sexta-feira, 17 de agosto de 2012
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Sangue tipo O é associado a menor chance de ataque cardíaco, diz estudo
Sangue tipo O é associado a menor chance de ataque cardíaco, diz estudo
BBC Brasil
"Bolsa de sangue (Arquivo/PA)"
Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos sugere que pessoas que têm o sangue do tipo O são menos suscetíveis a problemas cardíacos do que quem possui sangue A, B, e AB.
O estudo, realizado por cientistas da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, em Boston, concluiu que as pessoas com o tipo sanguíneo mais raro, o AB, são as mais vulneráveis a doenças do coração.
Para estas pessoas a probabilidade de sofrer com doenças cardíacas é 23% maior do que para as pessoas com o tipo sanguíneo O.
A pesquisa também descobriu que para pessoas com sangue do tipo B o risco de doenças cardíacas aumentava em 11% e, para pessoas com sangue tipo A, o aumento era de 5%.
Os pesquisadores não sabem a razão deste aumento de probabilidades> Eles vão agora analisar como os grupos sanguíneos reagem a um estilo de vida mais saudável.
'As pessoas não podem mudar o tipo sanguíneo, mas nossas descobertas podem ajudar os médicos a compreender melhor quem tem risco de desenvolver doenças cardíacas. É bom saber qual o seu tipo sanguíneo, da mesma forma como você deveria saber seu colesterol ou pressão sanguínea', disse o professor Lu Qi, que liderou o estudo.
'Se você sabe que o risco é maior, pode reduzi-lo adotando um estilo de vida mais saudável, ao se alimentar bem, praticar exercícios e não fumar.'
A pesquisa foi divulgada na publicação especializada American Heart Association Journal.
'Complicado'
As descobertas dos cientistas americanos são baseadas em dois grandes estudos realizados nos Estados Unidos, um envolvendo 62.073 mulheres e outro, 27.428 pessoas adultas. Eles tinham entre 30 e 75 anos e foram acompanhados durante 20 anos.
Como a etnia das pessoas estudadas era predominantemente caucasiana, os pesquisadores afirmam que ainda não foi esclarecido se as descobertas podem ser apicadas para outros grupos étnicos.
O grupo sanguíneo AB foi ligado à inflamações, que têm um papel importante nos danos em artérias.
Também foram encontradas provas de que o tipo sanguíneo A está associado ao colesterol ruim, o LDL, que pode bloquear as artérias.
Já as pessoas com o tipo sanguíneo O podem se beneficiar dos níveis maiores de um elemento químico que ajuda no fluxo sanguíneo e na coagulação.
No entanto, o estudo não analisou as razões dos riscos diferentes para os tipos sanguíneos distintos.
'O tipo sanguíneo é algo muito complicado, então podem existir múltiplos mecanismos influenciando (estas diferenças)', disse Lu Qi.
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segunda-feira, 13 de agosto de 2012
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Mais de um evento pode ter causado a extinção dos dinossauros
Estudos sugerem que o desaparecimento de 75% das espécies que viviam no planeta pode estar relacionado a pelo menos dois eventos separados.
Por Maria Luciana Rincon Y Tamanini em 7 de Agosto de 2012Há 65 milhões de anos, um evento cataclísmico levou três quartos das espécies que viviam no nosso planeta à extinção. Entretanto, de acordo com uma notícia publicada pelo site NewScientist, alguns cientistas acreditam que, na verdade, ocorreram duas diferentes extinções, provocadas por eventos separados.
Segundo o artigo, a teoria de que um meteoro gigante — que atingiu a Península do Yucatán, no México — causou a extinção dos dinossauros é bastante aceita e famosa, mas muitos pesquisadores sempre se perguntaram se apenas esse evento teria sido suficiente para levar ao desaparecimento desses animais.
Assim, existem teorias que apontam que explosões vulcânicas gigantescas, ocorridas 100 mil anos antes na Índia, poderiam ter levado a mudanças climáticas que contribuíram para a extinção de inúmeras espécies, em um evento catastrófico anterior ao impacto. O problema, ao contrário do ocorrido com o meteoro, era encontrar evidências físicas desse episódio.
Descobertas sob medida
Porém, Thomas Tobin, um pesquisador da Universidade de Washington, parece ter encontrado as evidências necessárias para sugerir que um primeiro evento realmente pode ter iniciado o processo de extinção das espécies que viviam aqui na Terra há milhões de anos.Tobin encontrou duas camadas de sedimentos nas quais existem inúmeras espécies de animais extintos, uma datando da época do impacto do meteoro, e uma segunda, mais profunda, de aproximadamente 150 mil anos antes, coincidindo com a época das erupções vulcânicas ocorridas na Índia.
Segundo as medições, tais erupções provocaram um aumento significativo nas temperaturas dos oceanos, e números comparáveis de criaturas foram extintas nos dois eventos, apesar das espécies afetadas terem sido diferentes. De acordo com Tobin, as espécies que viviam nos fundos dos mares morreram durante as erupções vulcânicas, enquanto que as que viviam nas superfícies morreram depois do impacto.
Desta forma, tudo parece indicar que, embora o meteoro tenha apresentado consequências catastróficas para as formas de vida que habitavam o nosso planeta, novas evidências estão surgindo no sentido de reforçar a possibilidade de que a extinção de tantas espécies não tenha ocorrido devido a um evento isolado.
Fonte: NewScientist
Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/28002-mais-de-um-evento-pode-ter-causado-a-extincao-dos-dinossauros.htm#ixzz22xTW0vsS
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
A Antártida possuía uma floresta tropical há 50 milhões de anos
A Antártida possuía uma floresta tropical há 50 milhões de anos
Sedimentos retirados do fundo do oceano mostram que o continente gelado já chegou a ter uma temperatura de 20°C.
Apesar de termos a sensação de que a Antártida sempre foi um “bloco de gelo”, um estudo apontou que, na verdade, uma floresta tropical existiu nesse local há 52 milhões de anos, no período Eoceno. Tal descoberta, revelada recentemente, foi construída com base na análise de pólens fósseis encontrados em sedimentos retirados do fundo do oceano a leste do continente gelado.
Para se aprofundar ainda mais nessa descoberta, os cientistas analisaram as moléculas sensíveis à temperatura nos núcleos dos elementos coletados, descobrindo que a Antártida, naquela época, possuía uma temperatura média de 20° C.
Qual a influência da descoberta nos dias atuais?
Os cientistas afirmam que tal estudo é muito importante para a compreensão das futuras mudanças climáticas que nosso planeta pode passar — especialmente pelo grande volume de gelo na Antártida significar um considerável aumento no nível dos oceanos caso derreta, causando grandes inundações.Aparentemente, o fato de ter existido uma floresta no continente nos mostra que, se o planeta passar por períodos de CO2 elevados na atmosfera, será muito provável que ocorram mudanças drásticas na região. O gelo no leste da Antártida possui de 3 a 4 quilômetros de espessura e, segundo alguns estudos, pode ter se formado a cerca de 34 milhões de anos atrás.
Fonte: Google
Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/ciencia/27741-a-antartida-possuia-uma-floresta-tropical-ha-50-milhoes-de-anos.htm#ixzz22QNykb1H
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